As mulheres que viajam sozinhas formam um público cada vez mais expressivo no turismo. A experiência solo deixou de ser exceção e passou a representar uma escolha consciente de quem deseja explorar o mundo com independência. Seja para conhecer novos destinos, mergulhar em diferentes culturas ou simplesmente aproveitar a própria companhia, essa jornada costuma revelar liberdade, autoconhecimento e crescimento pessoal.
Mais do que visitar lugares, trata-se de uma vivência transformadora, uma oportunidade de sair da rotina e ampliar horizontes. Mas para que tudo aconteça com tranquilidade, o planejamento antecipado faz toda a diferença.
Antes de embarcar, vale pesquisar sobre o destino, pontos turísticos, hospedagem, mobilidade e costumes locais. Organizar prioridades e prever possíveis situações ajuda a evitar contratempos. Nesse processo, investir em prevenção também é fundamental, incluindo o seguro viagem como um aliado indispensável.
Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas
De olho nesse movimento, o Ministério do Turismo, em parceria com a Unesco e a jornalista Anelise Zanoni, lançou o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas. Alinhado ao Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio e ao Protocolo Não é Não, o material reúne dados e orientações preventivas que incentivam um turismo mais seguro, inclusivo e acolhedor. A publicação tem 72 páginas e apresenta um panorama detalhado sobre o comportamento das viajantes brasileiras.
A pesquisa ouviu 2.712 mulheres de todas as regiões do país. Os números revelam que quatro em cada dez brasileiras já viajaram sozinhas, enquanto 31,4% afirmam adotar essa prática com frequência. O levantamento também mostra que 41,8% já viajaram sozinhas dentro e fora do Brasil, enquanto 35,9% preferiram explorar destinos nacionais. Apenas 4,6% nunca fizeram turismo pelo território brasileiro.
Por outro lado, os dados evidenciam um desafio relevante: mais de 62% das entrevistadas afirmam ter desistido de viajar sozinhas em algum momento por questões de segurança, e 60,6% relatam já ter enfrentado situações de insegurança durante essa jornada.
Liberdade e autoconhecimento como motivação
Apesar das preocupações, o desejo de viajar segue forte entre as brasileiras. O guia aponta que a principal motivação está relacionada à liberdade de explorar o mundo no próprio ritmo. Os fatores que impulsionam esse turismo incluem o autoconhecimento, o crescimento pessoal e a possibilidade de se desconectar das responsabilidades do dia a dia.
O lazer lidera as motivações, representando 72,6% das respostas, seguido por independência e liberdade, com 65,1%.
Outros objetivos também aparecem no levantamento:
- 41,4% viajam em busca de conhecimento
- 37,6% realizam deslocamentos por compromissos profissionais
- 34,7% visitam familiares ou amigos
- 29,9% participam de cursos ou programas de formação
A faixa etária predominante entre mulheres que viajam sozinhas está entre 35 e 44 anos (34,6%), seguida por 45 a 54 anos (22,1%) e 25 a 34 anos (21,7%).
Planejamento garante uma viagem mais tranquila
Organização é um dos principais aliados de quem decide embarcar sozinha. Antes mesmo de escolher o destino, é importante reunir informações e estruturar os detalhes da viagem.
Mulheres que viajam sozinhas devem priorizar hospedagens com boas avaliações, localização estratégica e fácil acesso ao transporte. Também vale planejar deslocamentos e atrações turísticas, dando preferência a regiões mais movimentadas. Quanto mais estruturado for o roteiro, menores são as chances de imprevistos.
Compartilhar o itinerário com alguém de confiança também é uma medida prudente. Informar datas da viagem, endereço da hospedagem e contatos facilita a comunicação em caso de necessidade.
Outro cuidado simples, mas essencial, é manter cópias digitais de documentos importantes, como passaporte, identidade e bilhetes aéreos. Registrar contatos úteis, como embaixadas, consulados e números de emergência, também pode agilizar qualquer suporte necessário durante a viagem.
Atenção à mobilidade e aos deslocamentos
A mobilidade costuma ser um dos pontos mais sensíveis. Sempre que possível, utilize serviços oficiais, aplicativos confiáveis ou recomendações do próprio hotel.
Evitar deslocamentos noturnos em áreas pouco movimentadas também é uma medida preventiva. Estudar rotas e trajetos com antecedência ajuda a tornar a experiência mais segura e tranquila.
Seguro viagem para mulheres que viajam sozinhas
Mesmo com planejamento e cautela, imprevistos podem acontecer. Problemas de saúde, extravio de bagagem, cancelamentos ou alterações de itinerário estão entre as situações que podem impactar qualquer viagem. Por isso, mulheres que viajam sozinhas devem considerar o seguro viagem como parte essencial da jornada
Muito além de uma formalidade, essa proteção garante assistência médica e hospitalar, além de suporte em diversas circunstâncias durante o percurso.
A GTA – Global Travel Assistance oferece planos nacionais e internacionais para garantir tranquilidade onde quer que você vá. Nos nacionais, a cobertura é válida a partir de 50 km da residência da viajante, o que permite utilizar o serviço inclusive em deslocamentos nacionais, como viagens ao litoral, interior ou outros estados.
Entre os serviços disponíveis estão:
- orientação sobre rede médica em casos de urgência ou emergência
- central operativa 24 horas
- telemedicina com scan facial
- suporte em situações de bagagem extraviada
- orientação em caso de perda de documentos
- auxílio para transferência de fiança judicial
- seguro pet
- orientação para reembolso de despesas
- acesso a salas VIP nos planos World e Planet
Outro ponto importante é o papel do agente de viagem, que atua como um verdadeiro consultor nesse processo. Além de orientar sobre destinos e logística, ajuda na identificação da cobertura mais adequada para o perfil da viagem.
Com o suporte adequado, viajar solo deixa de ser motivo de preocupação e se transforma em uma experiência ainda mais segura, leve e inesquecível
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Até o próximo post!











